29 de agosto de 2009

Não.

A questão É, nada de falta de tempo, nada de abandono, nada de tristeza (vai, tem uma ponta, mas não enlouquecedor) ou de morrer de amores. O que acontece é que tenho tentando tomar conta de mim, tenho aprendido a dizer NÃO, a fazer o que EU quero fazer e a pensar nas consequências antes de torna qualquer fato consumado.

Não posso mais me condenar por não ter tentado nada, tentei e tentei, só que agora decide tentar e confiar mais em MIM. Isso que tem me afastado um pouco, porém de uma coisa pode-se ter certeza, tem valido MUITO, muito mesmo, e essa é a palavra de ordem agora FAZER VALER.

Tem certas coisas que tenho evitado tecer qualquer comentário.

Estou só mais estou bem.

18 de agosto de 2009

Tesão.


Beijo na boca
Sal na pele
Olho no olho
Boca com saliva e dentes
Amor pra abusar
Paixão para queimar
Calor do corpo
Cheiro do gozo
Detalhe da pele
Toque da mão
Sentir a língua no bico do seio
Olhar nos olhos enquanto vem o prazer
Ouvir gemidos
Suar durante e depois
Ficar perto
Ouvir o coração perdendo a aceleração
Ficar ali
E só...
Eu te quero de mais!

16 de agosto de 2009

Outro desabafo.

Anda tão difícil sorrir. Acho que esqueci como se faz isso...

Minha carência dói muito, dói no coração, na alma, nos olhos, na boca. Tenho raiva de muita gente, mas amo especialmente uma.

Minha vida é o resumo de tudo, tudo que eu queria ser tudo que eu fiz tudo que eu falei.

13 de agosto de 2009

Sem título, sem definição e sem som.

Temos a mania de sair nomeando tudo que sente e quando a gente está sentindo alguma coisa que não tem nome insiste em intitular logo como tristeza. Na verdade não é que seja tristeza, nem felicidade, nem sono, nem dor, nem raiva: SIMPLESMENTE NÃO SEI!

Só sinto que é uma vontade de nada, uma vontade de não falar com ninguém, de não sair, de não ouvir, de não comer, de não sentir, de não cheirar, de não chorar, de não sorrir. Sabe definir? NÃO QUERO DEFINIR! Eu sei que tudo se resume a solidão, ou uma coisa bem maior. Só não suporto ter que explicar o motivo de qualquer lágrima. Se não consegue entender ao menos não fique do meu lado sem que seja de verdade. Eu sei que todos têm a boa intenção quando tentam me aconselhar depois que me escutam, mas, de verdade, não era isso que eu queria.
Só queria ser ouvida, entende? Queria falar e ter alguém pra ouvir, ninguém pra aconselhar julgar o que é certo ou errado, ninguém pra dizer que isso vai passar ou que “outra pessoa em algum lugar do mundo tem um problema maior que o seu”, ou ‘que podia ser pior podia ser cega, surda, muda ou está passando fome”. NÃO, eu sei que meu problema não é de tão grave grau, mas se não me incomodasse não estaria sofrendo. Ninguém sofre porque acha bonito (ou acha, sei lá!) sei que o que eu estou sentindo não é dos melhores prazeres e DEFINITIVAMENTE não me sinto bem com a solidão. Não posso deixar minha alma corromper. Não assim, não por coisas ruins. Será que um dia irei olhar para tudo isso e dar mesmo risada? Não posso viver o futuro quando na verdade não consigo resolver o presente.

De uma coisa tenho certeza, não dá mais para continuar qualquer história com ele ________, sempre soube disso, não quero encarar a realidade mais sei. O ruim é que quando começo a ensaiar discursos nunca dá certo. Vontade de chegar e falar: “não quer nada comigo? Não? ENTÃO ME DEIXA EM PAZ!” Cogito a hipótese de fazer isso por telefone.

Alguém um dia musicou “toda paixão só tem gosto se sangrar”, mas o que fazer quando a paixão transborda e o que sangra vai mais além do que essa paixão?

Qual será o rumo que minha vida vai tomar?

11 de agosto de 2009

Como um desabafo.

Eu quero trazer ele pra perto, colocar em mim e não deixar mais sair, transformar eu na vida dele como ele é minha vida, esquecer que o mundo existe e vivermos um pra o outro. Tentar o fazer entender que sem ele o mundo é horrível e eu tenho medo dos trovões da chuva, porque só ele me fez não ter mais medo de chuva. Mostrar que isso é amor, é um querer, um mais que bem querer...
Quero que alguém mande em mim, cuide de mim, e que esse alguém seja ele.